Na goleada por 4 a 2 do CRB sobre a Ponte Preta, ocorrida no dia 24 de maio de 2026, dois jogadores da equipe alagoana protagonizaram uma cena curiosa. Durante a comemoração de um dos gols, membros do banco de reservas invadiram o gramado, e alguns tentaram se esconder atrás das placas de publicidade do estádio na esperança de evitar a punição do árbitro.
Apesar dos esforços dos atletas, a estratégia não surtiu efeito. Mesmo posicionados atrás das placas, os jogadores foram identificados e receberam cartões amarelos, assim como os demais companheiros que invadiram o campo. No total, 12 jogadores do CRB foram advertidos pelo árbitro Wagner do Nascimento Magalhães, que aplicou os cartões pela comemoração excessiva, conforme estipulado nas regras do jogo.
Os jogadores que receberam o cartão amarelo incluem o goleiro Fábio Henrique, o lateral Reverson, os zagueiros Bressan e Wallace, além dos volantes Patrick de Lucca e Luizão, do meio-campista Pedro Castro e dos atacantes Thiaguinho, Dadá Belmonte, Vinícius Barata e Guilherme Pato. Entre esses, Bressan, Dadá Belmonte, Guilherme Estrella e Guilherme Pato estavam pendurados com cartões e, portanto, ficarão suspensos para a próxima partida do CRB, que será contra o Cuiabá.
Após a partida, o presidente do CRB, Mário Marroquim, se manifestou em coletiva de imprensa e expressou sua insatisfação com a arbitragem de Wagner Magalhães. Ele criticou não apenas a atuação do árbitro, mas também as suspensões decorrentes dos cartões aplicados durante a comemoração do gol.
A situação gerou repercussão entre os torcedores e analistas esportivos, que debateram sobre a necessidade de um equilíbrio nas regras de arbitragem, especialmente em momentos de celebração, que são parte fundamental do espetáculo esportivo. A sequência de jogos e as implicações das suspensões para o CRB agora são um foco de atenção para a comissão técnica, que precisará se adaptar para o próximo desafio na Série B do Campeonato Brasileiro.







