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Flávio Dino nega pedido de prisão domiciliar para Deolane Bezerra em investigação

O ministro do STF, Flávio Dino, rejeitou a solicitação da influenciadora Deolane Bezerra, que buscava reverter sua prisão preventiva em caso de lavagem de dinheiro ligado ao...
Foto: Foto: Redes sociais

O ministro Flávio Dino, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, na noite de 23 de setembro, um pedido feito pela influenciadora e advogada Deolane Bezerra para revogar sua prisão preventiva. A prisão é parte de uma investigação que apura lavagem de dinheiro e supostas conexões com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A defesa de Deolane argumentou que, sendo mãe de uma criança de 9 anos, ela teria o direito de cumprir prisão domiciliar, citando um entendimento anterior do STF que prevê tratamento diferenciado para mães em situações semelhantes. Contudo, Flávio Dino ressaltou que a forma utilizada pela defesa, uma reclamação, não era apropriada para contestar a decisão da Justiça de São Paulo.

O ministro enfatizou que os advogados deveriam ter recorrido nas instâncias adequadas, em vez de apresentarem uma reclamação constitucional diretamente ao STF. Além disso, Dino não identificou ilegalidade evidente que justificasse o deferimento de um habeas corpus de ofício, mantendo assim a ordem de prisão emitida pela 3ª Vara Criminal de Presidente Venceslau.

Parte da investigação é conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo e examina um suposto esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC. Deolane Bezerra está sendo investigada por supostamente ter recebido valores em operações financeiras classificadas como “acertos” e “fechamentos” relacionados a uma empresa de transportes sob investigação.

Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e quebras de sigilo bancário indicam movimentações financeiras que não correspondem à renda oficialmente declarada pela influenciadora. Para os investigadores, esse patrimônio é considerado incompatível com os ganhos que foram identificados até o momento.

A Justiça de São Paulo também avaliou que há risco de fuga e a possibilidade de que Deolane e outros suspeitos continuem realizando as movimentações financeiras sob investigação. A decisão ainda aponta que alguns investigados estão fora do país, e Deolane estaria na Itália quando a representação complementar da polícia foi apresentada.

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