O governo dos Estados Unidos anunciou a aplicação de sanções contra 11 autoridades da cúpula comunista de Cuba e três órgãos estatais da ilha. A decisão asfixia financeiramente os alvos ao congelar quaisquer fundos, contas ou imóveis mantidos em território norte-americano ou sob controle de cidadãos dos Estados Unidos.
A lista de punições atinge em cheio os comandantes do terror de Estado em Havana. Os norte-americanos puniram o Ministério do Interior de Cuba (Minint), a Direção de Inteligência (DGI) e a Polícia Nacional Revolucionária (PNR), força armada acusada de gerenciar prisões móveis e espancar manifestantes em praça pública.
O chefe da polícia, Eddy Manuel Sierra Arias, e o diretor político do Minint, Oscar Alejandro Callejas Valcarce, lideram a lista de indivíduos sancionados. A canetada do Departamento de Estado também alcançou o primeiro escalão civil e militar do ditador Miguel Díaz-Canel.
Os Estados Unidos justificaram o cerco econômico como uma resposta histórica aos abusos cometidos pela ditadura, que já duram mais de 60 anos. Washington acusa a liderança de Havana de usar o território do país caribenho para operações de espionagem estrangeira e bases de terrorismo internacional, enquanto a população local sofre com a miséria generalizada.
A diplomacia dos Estados Unidos informou que o objetivo final das sanções é forçar uma mudança real de comportamento no comando da ilha. O governo Trump avisou que continuará perseguindo aliados internacionais que facilitem a ocultação de patrimônio da elite cubana no exterior.
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