Um caso trágico chamou a atenção no tribunal nesta terça-feira (14), onde Emma Barnett foi acusada de assassinar seu filho de 14 meses, Oakley, utilizando um "coquetel letal" de medicamentos controlados. O crime teria sido um ato extremo da mãe, realizado momentos antes da criança ser entregue aos cuidados do Conselho Tutelar.
De acordo com as informações apresentadas durante o julgamento, Emma tentou criar uma falsa narrativa para a polícia, afirmando que havia levado o bebê para uma área de floresta. No entanto, a verdade é que ela estava escondida no sótão de sua própria casa. Quando os policiais conseguiram entrar na residência, encontraram a mãe em uma tentativa de suicídio, enquanto Oakley já se encontrava desacordado após ingerir as substâncias por meio de seringa e mamadeira.
Um vizinho que é pediatra, juntamente com os policiais, tentou realizar manobras de reanimação no menino, que foi imediatamente levado ao hospital. Infelizmente, Oakley faleceu semanas depois, quando os aparelhos que o mantinham vivo foram desligados.
Emma Barnett, que já teve outros cinco filhos retirados de sua guarda anteriormente, defende que não tinha a intenção de matar o filho. Ela alega ter se confundido ao preparar as mamadeiras e que seu objetivo era consumir o coquetel sozinha.
No entanto, o promotor do caso, Chris Paxton, refutou essa versão, afirmando que as ações de Emma foram intencionais e planejadas, com o objetivo de garantir que ambos, mãe e filho, morressem juntos. Essa atitude seria um desespero para evitar que a criança fosse levada ao Conselho Tutelar.
O julgamento de Emma Barnett continua, com a sociedade local acompanhando o caso com grande comoção, devido à gravidade do crime e ao histórico familiar da acusada.







