A data das Mães se consolida como o principal termômetro de consumo do setor de flores e plantas ornamentais no Brasil e deve reforçar, mais uma vez, seu papel estratégico para a cadeia produtiva em 2026.
O objetivo é garantir oferta, qualidade e estabilidade de preços em um cenário de forte demanda. Segundo o diretor do Ibraflor, Renato Opitz, o Dia das Mães não apenas lidera as vendas do setor, como também dita o ritmo de planejamento da indústria ao longo do ano.
O setor vem adotando estratégias mais sofisticadas de planejamento comercial. Produtores iniciaram o ciclo de produção com meses de antecedência, e parte significativa das flores já foi negociada ainda no primeiro trimestre do ano.
Esse modelo de comercialização antecipada também reflete um amadurecimento do setor, que vem se profissionalizando com maior integração e cooperação entre os players.
O objetivo é elevar o ticket médio das vendas e fortalecer a percepção de valor por parte do consumidor em um mercado que se torna cada vez mais competitivo e exigente.
Entre as flores de corte, as mais procuradas para a data seguem sendo rosas, alstroemérias, lírios, cravos, statices e gypsophilas. Já no segmento de plantas em vaso, tulipas, orquídeas e azaleias mantêm protagonismo nas vendas.






