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Aiatolá do Irã promete afundar embarcações dos EUA no Golfo Pérsico

O líder supremo iraniano, Aiatolá Mojtaba Khamenei, fez uma declaração contundente sobre a presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio, afirmando que o destino das tropas...

O Aiatolá Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, elevou o tom de suas declarações contra a presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, 30, ele afirmou que as tropas norte-americanas no Golfo Pérsico estão destinadas a afundar. Khamenei ainda declarou que a construção do futuro da região ocorrerá sem a participação dos americanos.

Essa declaração ocorre em um contexto de crise interna no Irã, onde Khamenei não tem aparecido em público desde que assumiu o poder. Informações do governo dos EUA indicam que o líder pode estar ferido ou até desfigurado. Apesar disso, ele garantiu que a República Islâmica não recuará em seus programas militares. Khamenei assegurou que os 90 milhões de iranianos protegerão as capacidades nucleares e de mísseis do país como se fossem suas próprias fronteiras.

O regime iraniano tem como objetivo controlar totalmente o Estreito de Ormuz e expulsar o que considera 'estrangeiros gananciosos'. Khamenei caracterizou os Estados Unidos como uma força externa que opera de forma maliciosa a milhares de quilômetros de sua terra natal. Ele anunciou que uma nova fase se inicia no Golfo Pérsico, após dois meses de confrontos e o que ele chamou de 'fracasso vergonhoso' do plano de Donald Trump.

O líder iraniano enfatizou que o Irã e seus vizinhos têm um destino comum que exclui a presença de Washington. O governo de Teerã está apostando no desenvolvimento de novas tecnologias para garantir sua soberania nacional. O comunicado de Khamenei reafirma a disposição do país em combater o que considera abusos do inimigo na principal via marítima de petróleo do mundo.

Khamenei também sinalizou que o Irã continuará investindo em ciência e indústria bélica, apesar das pressões internacionais. Ele mencionou o avanço em nanotecnologia, biotecnologia e no desenvolvimento de armamentos pesados como parte do patrimônio nacional a ser preservado. Essa retórica agressiva surge em um momento em que os Estados Unidos buscam soluções para encerrar o conflito na região.

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