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Laranjeiras do Sul: Ex-bancário e abusador conhecido como “Mel” é preso no Tocantins

A Força Integrada da Polícia Brasileira prendeu, no estado do Tocantins, o ex-bancário natural de Laranjeiras do Sul identificado pelo vulgo “Mel”. Ele era considerado foragido da...

Ministério Público tinha solicitado novamente a prisão de "Mel" (Divulgação)

A Força Integrada da Polícia Brasileira prendeu, no estado do Tocantins, o ex-bancário natural de Laranjeiras do Sul identificado pelo vulgo “Mel”. Ele era considerado foragido da Justiça e foi capturado assim que chegou ao estado.

O acusado estava em liberdade por decisão judicial anterior, mas o Ministério Público recorreu e obteve um novo mandado de prisão contra ele. A polícia já havia realizado buscas na região de Laranjeiras do Sul e, após investigações, descobriu que “Mel” poderia estar em outro estado — informação confirmada com a prisão no Tocantins.

Relembre o caso

A Polícia Civil do Paraná, por meio da 2ª Subdivisão Policial (SDP) de Laranjeiras do Sul, com apoio da Polícia Militar, deflagrou a Operação “Sugar Daddy” e prendeu, na época, o então funcionário de um banco público. Ele é suspeito do crime previsto no artigo 218-B do Código Penal: favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável.

Conforme as investigações, o homem oferecia presentes e bens materiais a adolescentes de 13 e 14 anos em troca de envolvimento afetivo e sexual. As apurações revelaram ainda que ele tatuava uma abelha nas meninas com quem se relacionava, como uma espécie de marca pessoal.

A operação foi resultado de um trabalho minucioso da 2ª SDP, que reuniu indícios concretos da exploração e elementos suficientes para a decretação da prisão do investigado.

O caso chama atenção para a adultização infantil — fenômeno em que crianças e adolescentes são expostos de forma precoce a comportamentos, estéticas e situações típicas da vida adulta. Especialistas alertam que esse processo pode gerar graves consequências emocionais e psicológicas, além de aumentar a vulnerabilidade e o risco de exploração sexual.

A Polícia Civil reafirma o compromisso no combate a crimes dessa natureza e destaca a importância da denúncia. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181.

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