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Mãe de Henry Borel SE apresenta à Polícia Civil após decisão do STF

Monique Medeiros, Mãe de Henry Borel, foi à 34ª DP em Bangu, Rio de Janeiro, após determinação do ministro Gilmar Mendes para sua prisão. O caso, que...

Monique Medeiros, Mãe de Henry Borel e suspeita de envolvimento no assassinato do filho, entregou-se à Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta segunda-feira, dia 20. A apresentação ocorreu na 34ª DP, localizada em Bangu, na Zona Oeste da cidade, três dias após o ministro do STF, Gilmar Mendes, determinar sua reintegração ao sistema prisional, na última sexta-feira, dia 17.

No sábado, dia 18, o magistrado rejeitou o recurso apresentado pela defesa de Monique e decidiu manter a prisão preventiva. Essa decisão foi motivada por uma reclamação feita pelo pai de Henry, que contou com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro acolheu o parecer da PGR e restabeleceu a custódia da acusada, considerando a gravidade da situação e a necessidade de assegurar a ordem pública.

A PGR, em seu documento ao STF, argumentou que a decisão da Justiça do Rio que havia liberado Monique contrariava entendimentos já estabelecidos pelo próprio Supremo. Além disso, o órgão destacou que não havia fundamento para a alegação de excesso de prazo, afirmando que o atraso no julgamento se deu por iniciativa da defesa, o que não deveria beneficiar os réus.

A morte de Henry Borel, ocorrida em 2021, no apartamento onde residia com sua mãe e o padrasto, segue sendo investigada. Um Laudo do Instituto Médico-Legal revelou que a criança apresentava 23 lesões resultantes de ações violentas, indicando que ele era alvo de agressões frequentes. O padrasto, conhecido como Jairinho, enfrenta acusações de homicídio qualificado, enquanto Monique é indiciada por homicídio por omissão. Ambos foram detidos em abril de 2021.

Recentemente, um novo laudo pericial afastou de vez a possibilidade de que a morte de Henry Borel tenha sido um acidente. A análise concluiu que as lesões encontradas em seu corpo eram compatíveis com agressões reiteradas e não com uma queda acidental. A perícia revisou os ferimentos identificados no exame necroscópico e confirmou que a natureza das lesões exigia a aplicação de força intensa e repetida, invalidando a versão apresentada pela defesa de Jairinho, que alegava que a criança teria caído de sua cama.

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