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Campanha de Vacinação Contra a Gripe em Foz do Iguaçu Enfrenta Baixa Adesão

A vacinação contra a gripe em Foz do Iguaçu tem apresentado adesão insatisfatória, com apenas 5,39% de cobertura entre crianças. A Vigilância Epidemiológica alerta para a importância...

A Prefeitura de Foz do Iguaçu faz um apelo à população para que a vacinação contra a gripe seja realizada antes da chegada do frio. A campanha de imunização, que teve início há três semanas, ainda registra uma procura baixa entre os integrantes do grupo prioritário.

A Vigilância Epidemiológica local enfatiza que a imunização deve ocorrer antes da queda significativa das temperaturas, momento em que a circulação de vírus se intensifica em ambientes fechados. Além disso, a vacina leva até 15 dias para conferir proteção total, o que reforça a urgência da vacinação neste período.

A coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Adriana Izuka, destaca que mesmo aqueles que se vacinaram no ano anterior precisam receber a nova dose. Ela ressalta que cerca de 40% das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave ocorrem em crianças menores de 4 anos, além de um número expressivo entre idosos.

Desde o início da mobilização nacional contra a influenza, em 28 de março, foram aplicadas 15.914 doses nas unidades básicas de saúde (UBSs) de Foz do Iguaçu, conforme informações da Agência Municipal de Notícias. No entanto, a adesão entre as crianças é alarmantemente baixa, com uma cobertura de apenas 5,39%, totalizando 1.386 doses aplicadas, frente a uma meta de 25.704.

As gestantes também apresentaram uma adesão reduzida, com 607 mulheres vacinadas, representando 20,25% do público-alvo de 2.998. O maior número de imunizados até o momento é entre os idosos, que somam 9.347, equivalendo a 23% da meta de 40.619 pessoas. A cidade recebeu até agora um total de 35 mil doses da vacina.

A campanha de vacinação é direcionada a grupos prioritários que incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, além de indivíduos com comorbidades ou deficiência permanente. Também fazem parte do público-alvo profissionais como professores, trabalhadores da saúde, forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, servidores dos Correios e a população privada de liberdade.

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