A burocracia crescente no futebol tem demandado jogadores que possuam habilidades técnicas excepcionais capazes de romper velhos padrões. Recentemente, o Athletico apresentou Bruninho, um jovem talento de 17 anos, que SE destacou por suas qualidades em campo, trazendo esperança a um cenário onde a revelação de novos talentos SE tornara rara.
A última imagem da vitória do Athletico contra a Chapecoense, na Baixada, foi marcada pela alegria de crianças e jovens, simbolizando a presença de um novo ídolo. Bruninho foi transferido para o Shakhtar, da Ucrânia, o que evidencia que os acontecimentos no clube não são acasos, mas sim decisões estratégicas.
Ao invés de promover a nova geração de torcedores e cultivar um ídolo, a prioridade parece ter sido a realização de negócios. O presidente Mario Celso Petraglia já mencionou que o segredo para fechar boas negociações está em parecer desinteressado e em não ter pressa, pois o valor de venda acaba aumentando com o tempo.
Logo após brilhar na Seleção Brasileira sub-20 e SE firmar no Athletico, Bruninho foi vendido na primeira proposta recebida. Agora, surge a dúvida: Mario Celso Petraglia ainda possui a mesma visão de antes ou o clube enfrenta dificuldades financeiras?





