O presidente do Senegal promulgou uma lei que amplia as penas de prisão para relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. A punição contra a homossexuais, que atualmente varia de um a cinco anos, passa a ser de cinco a dez anos.
A medida foi aprovada por ampla maioria no Parlamento: 135 votos favoráveis, três abstenções e nenhum voto contrário. A iniciativa atende a uma promessa de campanha do primeiro-ministro, Ousmane Sonko, que defendeu a discussão do tema no Legislativo.
Mais da metade dos países da África criminaliza homossexualidade. Com a nova lei, o Senegal se soma a países como Quênia, Serra Leoa e Tanzânia, onde as penas podem chegar a dez anos ou mais de prisão. Em casos extremos, como em Somália, Uganda e Mauritânia, a legislação prevê até a pena de morte.
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