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Greve de docentes na UERJ completa uma semana e denuncia crise de financiamento na universidade

A greve na UERJ, iniciada em 25 de outubro, pede recomposição salarial e expõe a crise orçamentária da universidade, que enfrenta perdas significativas desde 2014....

A greve dos docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) atinge quase uma semana, com as aulas de graduação paralisadas desde 25 de outubro. O movimento reivindica o cumprimento da recomposição salarial, considerando um prejuízo inflacionário acumulado de 26% nas últimas duas décadas, conforme a Associação de Docentes (Asduerj).

O professor Leonardo Kaplan destacou que a legislação vigente já permite o reajuste salarial, que está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada pela Alerj em dezembro de 2025. Ele enfatizou que o governo estadual tem a autorização para realizar o pagamento, mas falta vontade política para isso.

Além das questões salariais, a crise financeira da UERJ se agrava com a defasagem no custeio e a falta de investimentos. O Palácio Guanabara não tem respeitado o percentual de 6% da receita corrente líquida destinado à universidade, resultando em um orçamento muito inferior ao necessário. A situação se reflete na deterioração de infraestruturas, como o Hospital Universitário Pedro Ernesto.

Os servidores também enfrentam dificuldades financeiras, com relatos de endividamento crescente. A reitoria da UERJ reconhece o impacto do subfinanciamento nas atividades regulares. O Governo do Estado, por sua vez, afirma priorizar o equilíbrio das contas públicas, enfrentando um quadro fiscal desafiador.

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