O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em um discurso na sexta-feira, 27, que Cuba é a "próxima" em relação às ações militares recentes dos EUA na Venezuela e no Irã. Trump comentou que, apesar de ter construído um grande Exército, às vezes é necessário usá-lo. Ele fez a afirmação em tom de brincadeira, pedindo que a plateia e a imprensa ignorassem suas palavras.
A declaração de Trump surge em um contexto de intensificação da presença militar americana em várias frentes internacionais. Na Venezuela, as ações dos Estados Unidos já resultaram em mudanças significativas no equilíbrio político do país, aumentando a pressão sobre o governo local e promovendo rearranjos entre as forças de oposição.
Analistas observam que esse movimento faz parte de uma estratégia mais ampla de Washington para redefinir sua influência na América Latina. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforçou que a economia cubana só poderá melhorar com mudanças no sistema político da ilha.
Rubio afirmou que, sob a atual liderança, o povo cubano está sofrendo e o país não consegue se integrar ao século XXI, destacando que a mudança econômica em Cuba é essencial e depende de uma alteração no governo.





