Deputados federais e senadores protocolaram um pedido de investigação contra Gilmar Mendes na Procuradoria-Geral da República. O pedido ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desqualificar as quebras de sigilo da CPMI do INSS em sessão plenária, chamando-as de "abomináveis" e afirmando que foram realizadas com "falta de escrúpulo".
Na notícia-crime, os parlamentares alegam que Gilmar Mendes fez acusações de condutas criminosas relacionadas ao vazamento de informações sigilosas, sem individualizar as condutas ou apresentar provas. As imputações incluem calúnia, difamação e abuso de linguagem, sendo a acusação considerada uma ofensa pública a um grupo específico de agentes públicos.
Os pedidos de investigação incluem a solicitação de um procedimento investigatório, a requisição de registros da sessão plenária e a adoção de medidas legais se não houver elementos concretos que justifiquem as declarações do ministro.
Gilmar Mendes também comentou sobre o vazamento de conversas do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, responsabilizando a CPMI pelo compartilhamento das informações. Durante sua fala, o ministro citou que a situação foi "lamentável" e caracterizou-a como "um abuso de poder desmesurado", ressaltando a importância de não confundir críticas a abusos com uma crítica à comissão enquanto instituição.








