Na década de 1990, a seleção iugoslava se destacava no futebol europeu, possuindo talentos reconhecidos mundialmente. No entanto, a guerra civil e as decisões do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) resultaram na exclusão da equipe da Copa do Mundo de 1994.
A crise na Península Balcânica se intensificou em 1991, com a declaração de independência de repúblicas como Eslovênia e Croácia. A violência crescente culminou na Guerra da Bósnia, levando à intervenção internacional e ao isolamento da Iugoslávia do cenário esportivo.
A equipe estava classificada para a Eurocopa de 1992, mas foi retirada do torneio a menos de duas semanas do início. Com a exclusão das competições, a federação iugoslava perdeu o direito de participar das eliminatórias para o Mundial de 1994 e da Eurocopa de 1996.
A Resolução 757 da ONU, aprovada em 1992, impôs um embargo econômico e social à Iugoslávia, resultando na suspensão de sua participação em eventos esportivos internacionais, o que foi seguido pelas confederações esportivas, incluindo a FIFA.








