Na cidade de Qom, três homens condenados por envolvimento em protestos contra o governo do Irã foram executados. Eles foram considerados culpados pelo assassinato de dois agentes de segurança e por atuar em benefício de Israel e dos Estados Unidos.
Identificados como Mehdi Ghasemi, Saleh Mohammadi e Saeid Davudi, os executados receberam a sentença de morte sob a acusação de moharebeh, que abrange crimes contra a segurança pública e espionagem. O Judiciário informou que os três confessaram o ataque com armas brancas durante o processo judicial.
Os protestos que ocorreram em janeiro, que pediam o fim da República Islâmica, foram severamente reprimidos, resultando em milhares de mortes e detenções. Organizações de direitos humanos apontam que cerca de 53 mil manifestantes foram detidos, e os Estados Unidos têm solicitado a reversão das sentenças de morte.
Além das execuções por protestos, o governo iraniano também confirmou a execução de um cidadão sueco acusado de espionagem para Israel. A Suécia tentou intervir no caso, mas o Irã não reconheceu a cidadania sueca do acusado, negando acesso consular.








