Miguel Díaz-Canel, líder cubano, anunciou o início de negociações entre Cuba e os Estados Unidos, visando encontrar soluções para as diferenças bilaterais. O anúncio ocorreu em um vídeo na TV estatal, onde o ditador destacou a crise econômica aguda que o país enfrenta, caracterizada por apagões e escassez de combustível.
Díaz-Canel afirmou que conduziu as conversas pessoalmente, que incluem o ex-presidente Raúl Castro e outros membros do alto escalão do Partido Comunista. Apesar do anúncio, os representantes norte-americanos não foram identificados e até o momento o governo dos EUA não se manifestou oficialmente sobre as negociações.
Antes, Cuba negava a existência de encontros oficiais, mas não desmentiu conversas informais com Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raúl Castro. A crise econômica de Cuba se intensificou após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, resultando na interrupção das exportações de petróleo para a ilha pelos EUA.
Recentemente, o presidente Donald Trump comentou que Cuba está perto do colapso e demonstrou interesse em um acordo. Ele também mencionou a possibilidade de uma "tomada amigável" da ilha, embora tenha ressaltado que isso pode não ocorrer de forma amistosa.






