Miguel Díaz-Canel, ditador de Cuba, manifestou condolências ao povo e ao governo do Irã pela morte do líder supremo Ali Khamenei, ocorrida aos 86 anos. Em uma publicação na rede X, ele declarou que o episódio representa uma violação do Direito internacional e da dignidade humana, demonstrando solidariedade às autoridades iranianas. Khamenei, que ocupou o cargo mais importante do país por três décadas, morreu após ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel, que deixaram mais de 500 mortos e 747 feridos no Irã.
A ação militar, chamada de Fúria Épica pelo ministro da Defesa de Israel, visava eliminar ameaças e resultou em um luto oficial de 40 dias no Irã. Em retaliação, o país lançou uma contraofensiva e atacou alvos em 14 países, incluindo estruturas militares dos EUA no Oriente Médio. O ataque de Washington e Tel-Aviv também atingiu a capital, Teerã, obrigando o fechamento do espaço aéreo iraniano.
A ofensiva iraniana impactou diversas localidades, incluindo o Bahrein e os Emirados Árabes Unidos. No Bahrein, drones e mísseis atingiram o quartel-general da 5ª Frota da Marinha dos EUA, enquanto nos Emirados, um drone foi interceptado antes de atingir o Aeroporto Internacional de Zayed. Além disso, Israel registrou um míssil que atingiu uma sinagoga em Beit Shemesh, resultando em mortos e feridos.
A Arábia Saudita, o Catar e a Jordânia também relataram tentativas de ataque, com os sauditas interceptando investidas contra Riad e o Catar contabilizando mísseis e drones que feriram várias pessoas. A situação permanece tensa na região, com múltiplas ocorrências de queda de fragmentos de mísseis em território jordaniano.






