O setor energético no Brasil opera por meio de um sistema integrado que envolve produção, transmissão, distribuição e consumo. Ele é regulado por órgãos específicos e combina a participação estatal e privada em várias etapas. A coordenação técnica e regulatória é fundamental para o funcionamento do sistema.
O Sistema Interligado Nacional conecta a maior parte do território, permitindo a troca de energia entre regiões. Quando uma área enfrenta escassez hídrica, outra pode suprir a demanda, o que é crucial para a segurança energética. A produção de energia ocorre em usinas hidrelétricas, térmicas, eólicas, solares, entre outras, e a eletricidade gerada é transmitida por linhas de alta tensão até os centros de distribuição.
O consumo de energia varia de acordo com a atividade econômica e as condições climáticas, sendo que períodos de calor intenso aumentam a demanda. Órgãos reguladores e políticas públicas organizam o setor e definem as regras de funcionamento, com o Estado estabelecendo diretrizes e agências reguladoras fiscalizando contratos e tarifas.
O Ministério de Minas e Energia é responsável por formular políticas para o setor, coordenando programas e definindo metas de expansão. A ANEEL regula o setor elétrico, enquanto a EPE realiza estudos sobre planejamento energético de longo prazo, ambos contribuindo para a estabilidade do setor. A hidroeletricidade, por sua vez, é a principal fonte de geração de eletricidade no Brasil, aproveitando o potencial hídrico do país.






