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Anielle Franco destaca limites da justiça antes de julgamento de réus por homicídios no STF

A ministra da Igualdade Racial afirmou que nenhuma sentença poderá devolver a dor pela morte de Marielle e Anderson Gomes. O STF julga cinco pessoas acusadas de...

A ministra Anielle Franco participou de entrevista antes do início das sessões de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os crimes envolvendo sua irmã, a vereadora Marielle Franco, e o motorista Anderson Gomes. Ela destacou que nenhuma decisão judicial será capaz de superar a dor pela perda dos dois, ressaltando que o papel do Judiciário é investigar e punir os responsáveis.

O STF avalia o processo contra cinco acusados: Domingos Brazão, Chiquinho Brazão, o delegado Rivaldo Barbosa, o ex-policial militar Ronald Paulo de Alves e o ex-assessor Robson Calixto Fonseca. A primeira turma do tribunal deve analisar os mandantes e envolvidos em duplo homicídio qualificado e organização criminosa durante as sessões de hoje e amanhã, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Anielle mencionou que o avanço no caso só foi possível após mudanças no cenário político e institucional. Ela também cobrou reforço na segurança pública para evitar que situações como a morte da vereadora se repitam, classificando o crime como parte de uma violência política que não pode ser normalizada.

As audiências acontecem devido ao foro privilegiado de Chiquinho Brazão, que era deputado federal à época dos assassinatos, em março de 2018. A denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e aceita pelo STF em junho de 2024, com base em provas, incluindo delação premiada do ex-PM Ronnie Lessa, confessante dos disparos.

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