A investigação do assassinato de Giovanna dos Reis Costa, que ocorreu em abril de 2006, foi reaberta a dois meses do prazo de prescrição. A confirmação foi dada pela delegada Camila Cecconello. O crime aconteceu em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, e estava próximo do limite de 20 anos para a prescrição, conforme o Código Penal brasileiro.
A reabertura do caso se deu após a denúncia do principal suspeito, Martônio Alves Batista, que foi acusado pela enteada de abuso sexual. Durante as agressões, ele teria mencionado o nome de Giovanna como ameaça. Martônio foi preso preventivamente em Londrina e responderá por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável.
Giovanna desapareceu em 10 de abril de 2006, enquanto vendia rifas nas proximidades de sua casa. Dois dias depois, seu corpo foi encontrado em um terreno baldio, com sinais de violência sexual. As roupas da menina foram localizadas em um terreno próximo, e a perícia apontou que a causa da morte foi asfixia mecânica.
A delegada Margareth Alferes de Oliveira Motta, que estava à frente do caso na época, suspeitava de vizinhos. O inquérito atual deve ser concluído em breve e enviado ao Ministério Público do Paraná para análise de possível denúncia formal, evitando o risco de prescrição.






