Em 2025, a taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,6%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012, em 19 estados e no Distrito Federal. O índice anual representou um recuo de 1 ponto percentual em relação a 2024. No quarto trimestre de 2025, a taxa foi de 5,1%, mostrando redução em comparação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2024.
As maiores taxas de desemprego foram observadas na Bahia e em Pernambuco, ambas com 8,7%, e no Piauí, com 9,3%. As menores taxas foram registradas em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%). Em relação à informalidade, a taxa anual foi de 38,1% da população ocupada, com os maiores índices no Maranhão (58,7%) e no Pará (58,5%).
O rendimento médio anual dos trabalhadores chegou a R$ 3.560 em 2025, sendo o Distrito Federal o estado com o maior valor, de R$ 6.320. Os menores rendimentos foram do Maranhão, com R$ 2.228, seguido pela Bahia e Ceará, com R$ 2.284 e R$ 2.394, respectivamente.
Esses dados refletem a evolução do mercado de trabalho brasileiro, destacando tanto a queda nas taxas de desemprego quanto as disparidades regionais em termos de rendimento e informalidade.






