O presidente Lula da Silva foi homenageado pela Escola de Niterói com um samba-enredo que é uma ode ao político em ano de campanha na qual tentará a reeleição. A esposa do presidente, classificada por muitos como 'deslumbrada', comprou a briga até o desfile na Sapucaí, no Rio. Agora, a conta vai chegar e o Tribunal Superior Eleitoral terá o desafio de decidir se houve abuso de poder econômico e propaganda eleitoral antecipada na homenagem.
O potencial adversário direto Flávio Bolsonaro será o 1º a denunciar o caso ao TSE. Uma enxurrada de ações populares e de partidos virão em seguida. A homenagem incluiu cenas de atores insinuando Jair Bolsonaro preso, mas essas são de menos. O que importa é que Lula pisou na pista para sambar e ser bajulado; a primeira-dama quase subiu num carro alegórico; há milhões de reais de dinheiro federal investidos na agremiação.
O caso é apenas mais um exemplo de como a política pode ser complicada e cheia de nuances. A decisão do TSE será um desafio para os juízes, que terão que analisar as provas e decidir se houve abuso de poder econômico e propaganda eleitoral antecipada.
Enquanto isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu na sexta (13) o julgamento que discutia o direito dos vigilantes à aposentadoria especial e negou, por 6 votos a 4, o benefício à categoria. O chamado Tema 1209 analisava se a atividade de vigilância, armada ou não, poderia ser enquadrada como especial por risco à integridade física. A decisão representou uma das maiores derrotas previdenciárias dos vigilantes privados.






