O desenvolvimento econômico é influenciado por diversos fatores, incluindo a produção e distribuição de riqueza, que afetam diretamente a qualidade de vida da população. Em Foz do Iguaçu, a situação é preocupante: o PIB apresentou uma queda de 2,9%, totalizando R$ 16,9 bilhões, e a renda das famílias é inferior à de cidades vizinhas e polos regionais.
Dados do ano-base 2023 revelam que esta é a segunda queda consecutiva do PIB, após um pico de R$ 19 bilhões em 2021. Com essa retração, Foz do Iguaçu perdeu 30 posições no ranking das cidades paranaenses, sendo a única entre as dez mais populosas a registrar esse recuo. Além disso, uma análise sugere que o PIB real da cidade pode ser bem menor ao considerar a influência de Itaipu.
Em termos de renda domiciliar per capita, Foz do Iguaçu, apesar de ser a sétima maior cidade do estado, ocupa a 14.ª posição entre as 40 mais populosas, com uma média de R$ 1.911, que é apenas 18% acima do salário mínimo. Na Região Oeste, a cidade fica atrás de outras como Cascavel e Toledo, enquanto Curitiba e Maringá lideram com rendas superiores a R$ 2.600.
Diante desse cenário, é evidente que não basta valorizar as características históricas ou depender de um único motor econômico. O desenvolvimento deve ser abrangente e robusto, promovendo uma vida digna e de qualidade para todos, além de se traduzir em prosperidade coletiva.






