A Controladoria-Geral da União (CGU) supervisiona a investigação interna do Banco Central, conhecida como sindicância, que apura possíveis irregularidades na conduta de ex-diretores e servidores do banco. O processo disciplinar pode resultar em demissões ou outras punições, caso sejam identificadas falhas ou desvio de conduta.
O ministro afirmou que, além da sindicância no Banco Central, a CGU pode agir sob a lei anticorrupção, se houver indícios de que o Master pagou propina ou fraudou processos de fiscalização. Isso inclui casos envolvendo servidores públicos federais, não apenas os do banco.
A situação do Master, que teve investimentos de fundos de previdência de municípios e Estados, é usada como exemplo para o governo criar novas regras e combater fraudes. A controladoria destacou que a ação de criminosos tem sido dificultada pelo governo no país.
O acompanhamento da CGU visa garantir que todas as irregularidades sejam apuradas e que medidas legais sejam adotadas, com base nas investigações internas ou em evidências externas.






