Estabelecimentos como lava-rápidos, funilarias, mecânicas e estacionamentos estão sendo visitados por agentes fiscais e técnicos da Sanepar, do IAM e da Agência Maringaense de Regulação para examinar a documentação e a estrutura quanto ao destino dado para o residual das lavagens de veículos.
Caixas separadoras, canaletas, calhas, cobertura e destinação do efluente fazem parte dos itens da lista de checagem da fiscalização, cujo objetivo principal é a orientação e a regularização das situações adversas.
O gerente geral da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, explica que há consequências muito danosas para a operação do sistema de esgotamento sanitário e para o meio ambiente quando os resíduos não são destinados corretamente.
“Estamos orientando os empresários e os empreendedores a fazerem isso da forma adequada. A Sanepar é parceira do município para que eles possam ter segurança e operar da melhor forma possível dentro das normas ambientais vigentes. E, no final, quem agradece mesmo é o meio ambiente. O saneamento correto beneficia toda a população”, destaca Gorzoni.






