O Flamengo que conquistou paraticamente tudo que disputou na última temporada ainda não apareceu em 2026. E tanto o coletivo quanto algumas individualidades voltaram a estarem irreconhecíveis, na última terça-feira (10), no Barradão. Ainda assim contou com brilho de Cebolinha, Pulgar e Rossi para superar o Vitória por 2 a 1, pelo Campeonato Brasileiro.
Diferentemente do habitual, a equipe comandada por Filipe Luís se viu encurralada no campo de defesa, sem saber o que fazer coma bola, por muitos momentos dos 90 minutos. A parte física voltou a pesar e pôde ser sentida em alguns jogadores. Principalmente em Lucas Paquetá, que teve mais uma atuação apagada desde a volta ao Ninho do Urubu.
O início do camisa 20 não vem sendo como esperado. A única boa atuação foi na goleada de 7 a 1 sobre o Sampaio Corrêa, quando atuou como segundo homem do meio de campo. O posicionamento mais espetado na direita — nos outros três jogos — tem sido alvo de críticas por parte dos torcedores. O treinador, portanto, resolveu explicar como o enxerga no time: "Ele (Paquetá) não joga de ponta, ele joga de meia, ele marca de ponta que é diferente, como se fosse na mesma função que ele joga no West Ham, um interior, simplesmente que desse lado tínhamos o Royal. Jogo com dois volantes lado a lado normalmente e não precisávamos de volante, precisamos de meia".
A principal valência do rubro-negro durante o 2025 histórico, que o levou aos títulos do Brasileirão e da Libertadores, foi sempre o equilíbrio. E boa parte desse se dava pela solidez defensiva do time. Não à toa, nenhum dos adversários da Série A sofreu menos gols. Nesses primeiros compromissos da temporada, entretanto, está deixando muito a desejar neste quesito. O treinador explicou que o fato do Flamengo sofrer mais que o normal — ultimamente — não está somente relacionado à linha de zaga. E sim, na falta de encaixe em todos os setores. E fez um alerta para que haja uma pronta resposta positiva para esse aspecto.






